segunda-feira, 5 de abril de 2010

Rubrica

A Educação é uma tarefa difícil. Ela exige que pais e professores, fundamentalmente, mas também outros agentes educativos, como avós, padrinhos, terapeutas, psicólogos, formadores, estejam conscientes da sua tarefa para a formação de outros seres, que importa orientar.
A Educação é também uma responsabilidade social e cultural, num meio regido por regras e princípios. Porque as vivências em sociedade moldam o ser humano, permeável que é aos estímulos exteriores, quem educa tem a função de oferecer ao educando um modelo saudável de convivência. O pai e a mãe são os primeiros agentes modeladores do agir da criança ou do jovem. Para que assim seja é indispensável que se esteja desperto para a individualidade de cada educando, atendendo às suas próprias necessidades, desde os primeiros momentos. A atenção, a responsabilidade e a liberdade do educar exigem ainda, da parte do educador, formação e reflexão sobre o que transmite e a forma como o faz. Esta necessidade obriga a que o educador tenha bem presente um quadro de referência, de valores e de princípios por que pretende orientar-se. Aliados ao amor e à firmeza, serão, para o educando, um modelo da sua personalidade em formação.
O quadro de referência é válido, não apenas para uma situação formal de ensino de conteúdos objectiváveis, mas em situações mais informais. É, pois, indispensável saber o que se quer, ser crítico em relação à informação exterior e informar-se. Saber o que educar e como o fazer é indispensável. O contrário poderá gerar confusão nos mais novos, por falta de limites que balizem o seu comportamento e as suas atitudes.

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